10/10/2014

Brasil tem caso suspeito de ebola no estado do Paraná

Brasil tem caso suspeito de ebola no estado do Paraná
Autoridades sanitárias brasileiras investigam o primeiro caso suspeito de ebola no País. O caso foi comunicado agora à noite pela secretaria Estadual do Paraná ao Ministério da Saúde. Informações preliminares indicam que o paciente veio de Conacre, capital da Guiné. O paciente foi encaminhado para um hospital de referência e material foi coletado para fazer o exames. A expectativa é a de que amanhã as amostras sejam enviadas para o Instituto Evandro Chagas, onde será feita a análise para confirmar se o paciente é ou não portador da doença. A notícia ocorre no mesmo dia em que o Secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa, afirmar que, embora baixo, existia o risco de o Brasil registrar um caso da doença. Pela manhã, ele disse que o sistema de vigilância montado era adequado e que instituições de saúde estavam em treinamento constante para identificar casos suspeitos e para adotar as medidas de segurança necessárias, caso isso ocorresse. O mundo vive hoje a pior epidemia de ebola da história. Foram registrados 8.011 casos na Guiné, Libéria e Serra Leoa, com 3.857 mortes, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde. Nigéria, Senegal e Estados Unidos e Espanha apresentaram transmissões localizadas. Juntos, foram contabilizados nestes países 21 pacientes com a doença e 8 mortes. Transmitida por um vírus, a doença é fatal em cerca 65% dos casos. A infecção ocorre através do contato com sangue, fluidos corporais da pessoa infectada ou do animal doente, como macacos, capivaras e porcos-espinhos. Ao contrário de outras doenças, no entanto, a transmissão ocorre quando o paciente já apresenta os sintomas da infecção. Os principais são febre, fraqueza, dores abdominais, vômito e hemorragias. A incubação - período entre o contágio e a manifestação dos primeiros sintomas - pode variar entre 2 a 21 dias. Não há remédio específico para o ebola. Em agosto, o Centro de Operações de Emergência em Saúde do Governo Federal acionou o nível dois de emergência, o penúltimo na escala de gravidade, que permite o deslocamento de equipes federais para regiões com suspeita da doença no País sem a necessidade de autorização dos governos locais.Desde que a Organização Mundial de Saúde decretou emergência, o Brasil adotou um conjunto de medidas para prevenir a transmissão e permitir a rápida identificação de um caso suspeito da doença, com isolamento e tratamento.O grupo Executivo Interministerial para Emergências em Saúde Pública foi convocado, videoconferências semanais com todos os Estados são realizadas, simulações foram feitas em hospitais de referência e em aeroportos. De acordo com o plano traçado, casos suspeitos devem ser encaminhados para hospitais de referência. Esses hospitais, no entanto, fazem apenas a primeira triagem. Casos confirmados, de acordo com a estratégia, devem ser enviados para dois hospitais: Instituto Nacional de Infectologia, no Rio e Hospital Emílio Ribas, onde os pacientes ficam internados. O teste de diagnóstico para comprovação da infecção é feito no Instituto Evandro Chagas.

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07/10/2014

Mulher é presa por agredir a tia idosa com uma vassoura no Paraná

Uma mulher de 43 anos foi presa em flagrante por agredir a tia, de 78 anos, com uma vassoura. Um vídeo que flagra as humilhações foi divulgado pela Polícia Civil de Guaratuba, no litoral do Paraná. As agressões ocorrem enquanto a idosa toma banho em um chuveiro externo, que fica nos fundos da casa. A imagem mostra que durante vários momentos, a sobrinha esfrega a vassoura no rosto e em outras partes do corpo da idosa, além dos gritos e xingamentos. A vassoura chega a desmontar e, em alguns momentos, a mulher usa sabão em pó para lavar a tia. As imagens foram entregues através de uma denúncia anônima. Nesta terça-feira (7), a vítima passou por uma tomografia e os exames constataram que ela teve traumatismo craniano. Ela não corre o risco de morte, mas se encontra internada. O delegado responsável pelo caso, Claudimar Lucio Lugli, disse ao G1 que as denúncias dão conta de que as agressões contra a idosa eram frequentes. A sobrinha morava com algumas crianças e era a única responsável por cuidar da tia. "Durante o depoimento, a agressora disse que a tia era moradora de rua e que ela a acolheu em casa para ajudar. Ela justificou a violência dizendo que a tia era 'pirracenta' e que fazia as necessidades fisiológicas na roupa de propósito para que ela tivesse que limpar", relatou o delegado. "O que mais me chamou a atenção neste caso, diante de tantos que já presenciei como delegado, foi a covardia dessa mulher em agredir uma pessoa tão indefesa insistentemente e por tantos minutos. Isso é um absurdo. Uma falta de respeito sem tamanho", argumentou o delegado. A agressora está presa na delegacia de Guaratuba e vai ficar à disposição da Justiça. Se for condenada, pode cumprir pena de dois a oito anos de prisão pelo crime de tortura, segundo o delegado. Informações do G1.
 

 


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